domingo, 2 de outubro de 2011

AJUDA INTERIOR


E, por isso, procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como
para com os homens. ATOS 24.16


Pouco depois de eu ter sido salvo e curado, voltei a estudar. Não sei exatamente como
aconteceu o seguinte: pessoa alguma de minha família proferia insultos, porém tínhamos
um vizinho que xingava demasiadamente, e imagino que sofri alguma influência dele.
Então, certa ocasião, na escola, falei para um dos rapazes: "Não, com os diabos...". No
momento em que falei isso (eu nada sabia a respeito da vida cheia do Espírito), exclamei
em meu coração: "Deus querido, perdoa-me!"

O que é que me condenou? O Espírito Santo? Não. Era meu próprio espírito – essa nova
criatura, essa nova criação, esse novo homem, que não admite falar assim.

Ora, a carne talvez queira continuar a fazer algumas das obras que fazia, ou falar da
maneira que falava antes, mas precisamos crucificar a carne. Uma boa maneira de
crucificar a carne é levando quaisquer problemas, imediatamente, para a luz que nos foi
concedida.

Foi isso que fiz quando me dei conta de ter xingado. Não esperei até ser inspirado a me
arrepender, pedi imediatamente ao Senhor que me perdoasse. O jovem com quem eu
falara daquela forma já havia-se afastado. Fui procurá-lo e pedi perdão. Ele disse que
sequer notara o que fora dito; ele estava acostumado às pessoas que falavam assim. Eu,
porém, queria endireitar as coisas com ele e com Deus.


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Confissão: " Sou nova criatura em Cristo. Falo como nova criatura. Penso como nova
criatura. Meu espírito me leva a fazer assim. "

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Extraído de Alimento da Fé – Devocionais
(Faith Food – Devotions) / 2002 Graça Editorial
Autor: Kenneth E. Hagin

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